É no brilho do seu sorriso
Que encontro a paz, um abrigo.
Nesse teus doces risos,
Minha vida perde o sentido.
Teu abraço era minha casa
A paz que eu sempre quis
O teu toque na minh'alma
Despertou um amor feliz.
- Eu, Poetisa.
Saudades eu tenho de escrever
Meus poemas, poesias e os textos.
De deixar o coração se perder
Entre as linhas, rimas e contextos.
As anotações que um dia escrevi
Estão guardadas no fundo da mente
Palavras que um dia eu vivi
Que agora só doem, simplesmente.
Mas na real, não sou Poetisa,
Apenas ali tentando encontrar
Algo naquela bendita escrita
Pra que assim a dor possa aliviar.
É que na real eu estou no tédio.
Num mar de pensamentos sem fim
Se saber onde eles me levam
Mas sigo escrevendo, por instinto, enfim.
- Eu, Poetisa.
Eu só faltei te entregar meu coração
E eu espero nunca ouvir da tua boca
Um:
"Foi tudo em vão"
Porque tudo o que senti foi de verdade
Te amei sem medo, sem falsidade, sem maldade.
Te desejei com os meus olhos
E te amei com a minha alma
Mesmo quando tudo estava difícil
Mesmo quando tudo precisava de calma.
O amor que teve começo
Meio
e
fim.
Onda há lembranças grudadas em mim
Que talvez eu nunca esqueça
Mesmo que o coração não mereça.
- Eu, Poetisa.
Me sinto feliz
Conversando contigo
Faço dos seus braços
O meu abrigo
Por que me olha assim?
Esses seus olhos apaixonantes
Você me hipnotiza
Isso é muito fascinante
Olhando para a lua
Penso em você
Saudades do teu carinho
Saudades de te ver
Você é intenso
Nunca imaginei
Será que eu poderia te beijar
Mais uma vez?
- eu poeta