BRIO
No reverso da vida vou girando, Fragmentos de lembranças submergidos Aos cacos vou me compondo, Derrubando muralhas, Pelejando o desconhecido. Explorando forças ocultas, Desbravando, um, outro horizonte. Empreendendo novas habilidades. De olhos embaçados, Sigo os meus caminhos, Cursando vou me encontrando. No convívio das ações, vou aprendendo. De um jeito novo, vou vivendo. Todas as faces eu percebo, Em um olhar se revelam. Meus medos vão se dissipando. E assim eu vou sendo eu, Real até em mundos virtuais, Do meu jeito único de ser. Não há incomodo no que dizem. Outro nome eles insistem. Sou diferente. E daí? Querem saber o motivo? Se rendem! Quimera inspiração és tu, mente frenética, Porque me transformo em um perene viajante.
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