O FUTURO QUE EU QUERO
Olhos chorosos aos poucos secando Resquícios de um tempo que está passando. Passando, vagando E levando em si A triste alegria morando em mim. Morando em mim Aos poucos padece, Mas não enlouquece Por medo do fim. O fim do começo Da paz e sossego Sem dor e sem medo De não dizer sim. Avante eu levanto Seguindo meu rumo E nem mais um segundo Desisto tentando. Me vejo maduro E me sinto contente Vivendo o presente Querendo um futuro.
Artur Silva
Excelente poema, meu caro!