Uma faca afiada.
Uma flecha lançada para fora da estrada.
caminho sem volta, sem ter uma morada,
montanha para ser escalada.
Uma reviravolta sem partida.
A mente gritando, sem saída.
Um anoitecer tomado por gritaria,
Tentando encontrar um começo
em meio ao fim do dia.
Um filme clássico de terror,
Me lança num recomeço sem dor
rock pesado talvez pra acalmar a alma.
Sem apetite, sem atitude,
Tentando entender o motivo de tudo isso.
Enquanto o silêncio responde
com mais caos.
Melancolica nas sombras, o sangue manchando a madrugada e um morcego perdido no silêncio da escada.
(✍︎ 𝓫𝔂 𝓙𝓪𝓷)
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A vida é como um beco sem saída
Um destino sem opção
Uma luz fraca no meio da escuridão
Busco a paz que me roubaram
E caio sempre em negação,
Quem sabe, ora eu
Desapareço para longe
desse desespero.
Talvez exista um caminho,
que ainda não consegui enxergar
Uma porta esquecida,
esperando o amanhecer chegar.
E mesmo que a escuridão
insiste em ficar...
Ainda existe uma pequena luz
tentando me convencer
Que tudo irá mudar.
Talvez a paz que tanto quero alcançar,
Não esteja em outro lugar,
Talvez esteja aqui dentro de mim
esperando despertar.
(✍︎ 𝓫𝔂 𝓙𝓪𝓷)
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Vou rasgar minha pele, vou sangrar até que a luz possa se apagar
Tenha empatia, sinta a raiva no olhar
Olhe o relógio, aproveite o seu viver,
Não se preocupe com o outro ser.
Deixe-as em paz, isso não se faz,
Pare de julgar, isso não traz paz.
A vida é curta, o tempo tá passando,
E eu estou perdida neste trágico oceano, Sem rumo, sem vela, só seguindo a maré do mar.
(✍︎ 𝓫𝔂 𝓙𝓪𝓷)
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O vento passou devagar,
levando segredos do chão.
As folhas dançavam em silêncio,
como quem conhece a solidão.
Árvores com histórias antigas,
dores que foram esquecidas,
e almas perdidas pelo tempo.
Mistérios a serem desfrutados,
em um lugar de sonhos guardados.
Sombrias, raivosas,
de um tempo distante.
Um segredo guardado,
por uma alma errante.
Um relógio quebrado
que continua parado,
marcando memórias esquecidas
de um passado abandonado.
Um amanhecer nublado
surge sem avisar,
mas mesmo entre as sombras,
o tempo continua a caminhar.
(✍︎ 𝓫𝔂 𝓙𝓪𝓷)
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Um amor que cura,
um carinho que salva.
Sem palavras para machucar,
apenas miados que acalmam a alma.
Um ser tão inocente,
que traz alegria em um simples olhar.
Sem entender tudo o que acontece,
escolhe apenas ficar.
Nunca te julga, nunca te fere,
está ao seu lado nos dias de dor.
Tentando encontrar abrigo em vc,
enquanto te oferece seu amor.
Buscando curar feridas
que não foi ele quem causou.
Afastando, aos poucos, a tristeza
que o mundo deixou.
Com eles não há abismos
profundos,
nem a solidão a dominar.
Eles te amam em silêncio,
sem precisar uma palavra falar.
E quando tudo parece perdido,
e o coração insiste em chorar,
há sempre um olhar sincero
lembrando você de continuar.🐾
(✍︎ 𝓫𝔂 𝓙𝓪𝓷)
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Um cérebro
Um coração
Um pulso com marcas
De emoção
Sem saber em qual direção entrar
No universo da solidão
A melancolia vem e vai embora
A todo tempo, sem explicação
A flecha lançada contra o peito
Com reviravolta sem jeito
Tentando consertar um defeito
Enquanto o silêncio fazia sofrer
A moça na sacada sem se mover
A humanidade tentando sobreviver
E no silêncio da madrugada
Restava apenas o amanhecer.
(✍︎ 𝓫𝔂 𝓙𝓪𝓷)
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Quando eu achava que era sorte
Encontrei a escuridão
Era a lua apagando estrelas
dentro da minha imensidão.
Duas máscaras dois desafios,
Me perguntava em silêncio
Qual delas seria eu
Talvez eu seja a rachadura entre as duas
Ou até mesmo eu nunca tenha tirado a máscara
E no meio desse rosto dividido,
sinto um vazio estranho, contido,
como se cada parte que insiste em falar
fosse um pedaço tentando escapar.
E quando o silêncio começa a pesar,
já não sei qual voz devo escutar,
se é medo gritando pra eu me esconder
ou algo em mim querendo nascer.
Talvez eu nunca precise escolher,
nem consertar o que insiste em doer,
porque no caos que eu tento negar,
é na rachadura que eu volto a respirar.
𝓟𝓸𝓻: 𝓙𝓪𝓷 𝓮 𝓖. 𝓕𝓪𝓫𝓻𝓮𝓰𝓪𝓼
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A felicidade foi o único
som que Ecou pela casa
antes da tempestade se abrir.
A paz parecia
ter chegado
Mas o caos dominou.
A mente gritando
sem esperança de alívio
Meus olhos ardendo
diante do perigo.
Os gritos percorrendo
Cada canto da minha alma..
Nenhum herói
Para me trazer a calma.
Somente a esperança
da calmaria,
Nessa noite tão sombria.
Nenhuma luz me guia.
O vazio no peito é só
mais uma constante melancolia,
Dissipando os restos da alegria.
(✍︎ 𝓫𝔂 𝓙𝓪𝓷)
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By Jan & jeSs
As palavras me traiem
Quando eu ando em silêncio,
Tento calar minha alma
Sem esperança
de arrependimento.
O mundo me abraça
Sempre com desgraça,
Quando penso ter paz
Ele mostra que não sou capaz.
As pessoas são lâminas
que ferem sem me tocar,
Quando deixo a confiança
entrar
elas me ensinam a odiar.
O mundo gira sempre
tentando me derrubar.
Me lançam pedras
quando tento me levantar.
Quando penso em Melhorar
A tempestade vem
Pra me rasgar,
As ondas me afolgam
no mesmo mar.
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A chuva anunciou a chegada
dos mortos. Na terra firme,
caía como se a própria
alma chorasse.
Trovejava sem descanso
numa noite tão sozinha.
A mente distante, a lua tão brilhante.
Por que existem decepções?
Por que existem mentiras?
A paz até passa por mim,
mas me olha de longe,
como se eu não fosse lugar de descanso.
A cena da morte na mente vazia, um sorriso radiante no rosto… e
permanece o mistério de não saber o que é real.
O espelho já não era o mesmo.
O sol do amanhecer já não
era tão bonito. E as estrelas…
já não as via mais... E desde
então, até o silêncio esqueceu
meu nome.
E no meio de tudo isso, eu continuei existindo, mesmo sem
saber exatamente como.
(✍︎ 𝓫𝔂 𝓙𝓪𝓷)
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