As Duas pátrias.
Duas Pátrias. - Como se nos ventos de outrora tivesse por ocorrido da vida declarado perante aqueles cujo cercavam a vida, declarasse de maneira abrupta - Diante de todos os aqui presentes, me declaro como Sua Alteza Imperial. Fora um sonho, um dever d'raça, seria ver a cor mais sensível diante da terra poder cercar a realeza carioca livre, fazendo assim realeza e fomentando uma nova maneira de Estado. Mas nada somos diante do ódio, da repulsa e da cobiça perante ao delírio, a ânsia victoriana, de ser pujante e sonhar entre seus pares; mesmo por tempo pouco, podemos ver os nossos antepassados serem reverenciados, e a terra que antes sofria pela divisão entre dois estigmas, hoje tranquilamente branca, ontem ainda mestiça. A vida nunca mais fora a mesma. - Lembro ainda ontem do ódio contra ao pequeno sonho de poder ascender uma corte imperial simples, pequena, recatada e idiomática. Das praias serem cercadas pelos presos em dilatografar, e sermos escritores de nosso próprio sonho, mas a alva como cristal diante sol, fora feita diante traições e contra ao Sul por ser Sul, jamais poder algum ao sonho tão odiado vindo da Região Metropolitana. Os antepassados do Sul jamais serão os mesmos, sempre claros, descendentes da criação vinda de outrora. A vingança Cariocas se fora, dando espaço pela melanina Sulista, fincada em fel. Assim se dividem os dois povos. Ass. Dalila Belo
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