The Dead Yellow ( The Beautiful Love )
Na quietude do jardim sombrio e frio, Onde a brisa suspira, um lamento vazio, Repousa a beleza Amarela morta, em seu leito de prata, Um vislumbre pálido, uma sombra desolada, desbotada Seu rosto outrora radiante, como o sol a brilhar, agora dorme descanse em paz. Jas pálido e frio, em eterno pesar, Seus olhos outrora vivos, espelhos da alma, Agora sem vida, sem brilho, sem calma. Os lábios outrora rubros, como rosas em flor, jardim florido do amor, Agora desbotados, sem o calor do amor, Seus cabelos preto azulado, emaranhados no tempo, Agora desgrenhados, em um triste lamento. A beleza Amarela morta, um lembrete Do esplendor que um dia foi, da juventude em dor, amor Mas mesmo na morte, há uma estranha melodia, Uma serenidade sombria, que encanta a poesia. E em seu silêncio frio, há uma história a contar, Amarelo tons a noite passar Dos sonhos desfeitos, do destino a enfrentar. Ó beleza Amarela morta, tua imagem ecoa em meu ser, meu coração despedaçar Trazendo reflexões sobre o âmago e o efêmero a aprender, Que a verdadeira beleza mortal está em você, na alma que transcende, na essência que não se engana. Em nome da Amarela flor, Para sempre meu coração te ama. By Vlad
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