Amar-te iria
Se não fosse pelas estrelas
Dançam na escura noite
Rouba sua beleza.
Entre perfumes, singelos
O ouro puro, nardo e ismerio.
Qual dentre essas, desceram até as sombras no monte Ébano.
Amar-te eu quero
Mesmo que a lua tampe
O sol amarelo,
Possa eu tocar seus lábios, pálidos
No frio do inverno.
Inferno,
é brigar com as estrelas
Querendo tê-la, mesmo enciumada à lua cheia.
Amar-te iria, eu vou
Se for da sua vontade me chamar amor.
By Aaros
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Vistam de amores
Explendor da gratidão
Amei você a cada segundo
Profundo coração.
Nesse momento triunfante
Escaldante paixão
Queima, arde essa solidão
Vistam-se de glória
Quem sabe outrora esteja você
Minha ilusão.
Beijaria todos os dias seus lábios
Se tivesse essa opção
Na verdade fica impossível insensível, tamanha devoção
Vista-se de flores e deixe o amor
Tocar seu coração.
By Aaros
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Em teus olhos
Em teus olhos,
Procurei encontrar
Aquela viva paixão
Em noite de luar.
Acampei no jardim
Com flores nas mãos
Até que a chuva passasse
E teus olhos notasse
As flores caídas ao chão.
Fechados ou abertos
Aonde teus olhos estão
Se tudo que toco ou sinto, é
essa escuridão.
Encontraria talvez teus olhos perdidos
Se tudo que temos ainda está escondido.
By Aaros
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Entre Portas
Entre as portas do abismo
Flores em pétalas de vidro
Amores mortos
Corações feridos.
Entre as portas e cortinas
Precipício ou ruínas,
Sentimento genuíno
Amores proibidos.
Entre as portas do abismo
Sonhar com sonho de amar.
Ou ser confundido.
Aberta está às portas desse coração.
Ao qual sangrou por uma paixão,
Face a face as portas do abismo
Caminho sem volta para um coração perdido.
By Aaros
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Quando estava só
À Noite bebia em taças opacas
Estrelas líquidas.
O silêncio trazia o resmungo
Moribundo da melodia.
Fria melancolia dos mortos.
Quando está só
O coração contava as horas
A espera de um novo amanhã.
Como se toca o inesperado,
De olhos fechado vi a lâmpada ascender.
Quando estava só
Fragmentos de vozes,
Silêncio algozes, todos dormem.
Não sei seu nome,
É o que me consome.
Quando estava só.
By Aaros
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