A dó do Adeus
As ruas hoje parecem tão escuras e vazias, até a lua esconde-se entre as nuvens. É uma sensação ruim não ter você aqui,o guardo roupa vago, estandes limpas, é ninho vazio. Até o cheiro se foi, mas as memórias insistir em te trazer pro presente, que pena que tempo curto e a vida um sopro. Quero que saiba que o silêncio também castiga, que a sua ausência me aperta o peito, talvez quando olhar o espelho veja o seu reflexo lá. O detalhe do sou seu rosto , as linhas traçadas de alguém que parece muito comigo e quando atender o telefone da saudade, aí quem sabe eu escute a sua voz . E depois de velho tudo amadurece, e quando o novo, as emoções parece cacos de vidro de porta retrato frágil, bem que disseram que o dinheiro não compra existência. Então a partir agora e em diante, digo adeus nas minhas memórias, isso para não sofrer mais nenhum segundo na jaula de nossa próprias lembranças.
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