Uma tarde marrom
Quando a tarde acabou E o céu com o brilho, passou Lembro de nos despedirmos na porta do corredor Vivendo e não prestando atenção na aula vivendo toda as confusões como se fosse ouro as fofocas no corredor, conversar na sala, ou no bebedouro. Meus pés pediam socorro, naqueles sapatos Sempre cochichavamos sobre o professor chato Lembro quando o grupo falava “não vamos nos separar”, mas sabíamos aonde tudo iria dar. Com o peso da consciência, a perca constante da nossa essência, o céu indo embora escuro, nostalgias pisando quase no calcanhar o corredor se esvaziando, a cabeça com lembranças sem parar a saudade aumentando a cada ano que passar Constantemente costumávamos falar “como será nossos futuros”, vamos imaginar... as ruas começavam a alagar, com chuvas que nos uniam a tarde ensolarada, onde todos os risos sorriam e um caminho ia se perdendo Com o peso da consciência, a perca constante da nossa essência, o céu indo embora escuro, nostalgias pisando quase no calcanhar o corredor se esvaziando, a cabeça com lembranças sem parar a saudade aumentando a cada ano que passar Com o peso da consciência, a falta de um tempo de inocência, um rua com lembranças tensas, um dia triste, onde não se pensa um grupo que não existe mais, conhecidos que ficaram para atrás e um choro que não é bom, lembrando da nostalgia trazendo agonia de uma tarde que acabou marrom.
Comentários · 0
Nenhum comentário ainda. Entre para ser o primeiro a comentar.