Eu estou buscando a cura ,Um modo
Um jeito mas...
Não sei se vou conseguir ir para liberdade de viver.
Estou morto, completamente morto!
Morto por dentro
Estou fadigado de tristeza .
Estou esperando na mesa, uma resposta para meu desdém
Quem?
Quem sou eu?
Eu sou eu?.
Eu quero descobrir de um jeito ou de outro
Estou tentando me encontrar em meio disso
Ruas sempre lotadas ,mas emocionalmente vazias
Completamente vazias.
De certo modo não pertenço a sociedade
Não sou digno de felicidade
Estou com falta de reciprocidade e estou perdido em meio ao labirinto, talvez o inferno seja aqui
Talvez seja minha sentença
Eu tenho a esperança de acabar com tudo
Eu espero que sim, precisamos desse final.
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É inevitável o desdém sobre um lar que nunca te amou e que nunca te amará e que sozinho tu sempre estará
Inevitável ausência da falta de desprezo,inevitável o desespero de dor
É inevitável tanta injustiça, tanta falta de amor
o que me resta é uma enorme dor, Será que eu não sou digno desse Jardim ?.
Eu não sou merecedor de um lindo clarim
Eu sou merecedor de sentir, Sorri ?.
Me diga o que é me faz ser menos digno
Inevitável não, tu esmagar meu coração
eu em uma vez fui feliz, nem sequer ousava pensar em uma cicatriz
Agora desesperado, estou mal amado
Estou sozinho, brandindo de uma força arcaica
Poderosa e dilacerante, fulminante
Covarde e impiedosa
Maliciosa e senil
Será que o fim dessa dor está para chegar ? ,Será que um dia eu vou me livrar desse peso tão enorme ?, tão forte e poderoso,tão barulhentos e ruidoso,
E nessa dor que está a gritar,
Só o que me resta é esperar.
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Alecrim dourado por ti nunca serei amado
Porque não alecrim?,
Porque tú quebrou essa parte de mim,
Porque não fui o suficiente pra ti.
Você era a melodia perfeita
A única coisa que me fez sentir vivo
Agora morri,morri de novo.
Tú só alimentou o medo de nunca ser amado
Meu coração pobre coitado
Ainda sim meu sonho é ser por ti amado.
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Quando as raposas estiverem em sua vida
Suas galinhas sempre vão estar feridas
O espelho está quebrado, quebrado como meu coração,e corto minha mão tentando juntar os pedaços de cicatrizes profundas que insisto em reabrir
A serpente és minha inimiga!
E me enche de seus elogios que são como uma praga,
Uma praga que se multiplicar,
Cria discórdia e intrigas sobre minha vida e
Estar repleta de mal
E conversa comigo pelo muro do meu quintal,és amarga és traiçoeira, diz ser amiga, amizade ali não existe, e as vezes enrola seus dedos em meu cabelo
E depois fofoca sobre minha pessoa dia inteiro.
A serpente estar á minha volta como um abutre sobre a carcaça e a morte esperando uma alma em meio a madrugada.
A serpente destrói todos os meus sonhos sejam tristes sejam risonhos,ela é uma praga que me tormenta que me caça e se alimenta
É como um vírus mortal que além de tudo quer meu mal
É corrosiva e sem atitude,
Covarde e senil
E com tudo que há em volta a serpente ainda está embaixo de minhas botas.
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Sou um pássaro beira-mar, um pássaro a cantar
Com Fôlego em meu coração a desabrochar
Meu coração está a cantarolar pelo amor por ti eu irei uma melodia criar.
Melodia mais singela tua voz é tão bela
Sobre o arco-íris reluzente meu amor por ti é ardente
Velha é aquela melodia que por ti eu que eu criei mais antiga do que a era vitoriana.
Meu amor por ti é uma vitória é uma vitória que não posso ter essa vitória que é tão enorme que meu coração agora irá derreter sabe-se que o amor que eu te der ,tu não me darás de volta porque tu amaste outro coração mais belo que o meu. O pássaro está a cantar.
Minha tristeza não apaga minha essência de te amar e cantarolar é uma esperança para um novo amor desabrochar
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