Pedro Henrique Castro @Gunxs
Vida

Soneto da Aceitação

E calou-se a tempestade que havia Há muito calado meu coração Eu guardei todo meu amor na alma, em vão Do qual todos os dias eu escrevia Em mim aquela dor se fez sem fim Porque fiz cada segundo uma espera Depois de ter refeito tudo o que era Não sobrava amor algum para mim Sempre tentava me reencontrar Eternamente dou o pouco de mim Para que dia a dia eu aprenda a amar Escrevo porque transbordo o que sou Mas ainda assim, sou mais do que palavras Sou pássaro solto, que já voou

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