Pecado: Instinto Impuro
Instinto, desejo, ou até vontade, São coisas que não podemos eliminar de verdade. Tentar cortar pela raiz, é imbecilidade. Afinal, está no corpo, sua naturalidade. Incrível como insistem em querer silenciar, Isso nunca foi, uma voz que se pusesse calar. Ao compreender, pode-se até manejar, Mas não tenha audácia, de dizer controlar. Internamente você sabe, como isso grita, Cada vez mais alto, o desejo te incita. Limites podem, e devem, se manter a vista, Mas nunca, a trate como maldita. Inventam formas de jogar-te a culpa, Por meros desejos, que tornam a mente "impura". Usando da tua vergonha, de forma injusta. Mesmo que ninguém, saiba há uma voz, que te julga. Pode tentar reprimir, só virá depois, mais forte. No menor deslize, será como um ataque, Perdendo toda sanidade, em sua mente. Não será possível lidar, a menos que aceite. 🐬 (Nesta saga de poemas busco ressignificar o sentimento por tras dos pecados, não busco ofender ninguém. Espero que entendam.)
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