Dama do poeta
Tinta no papel Lua esbelta Estrela do céu Flor do poeta Dama da luz Onde desperta? Me cativo quando escrevo A tinta no papel remete ela Inspiração do poeta, meu acervo Saudades ao debruçar na janela E escrever minhas confissões Pensando nela Branca e brilhante Assim como minha moça Doce e elegante Assim como se esboça A lua e ela Em uma noite preguiçosa Bonita e estonteante Mostra esperança Com sua luz cintilante Sozinha ela dança No espaço, no breu Nos meus olhos descansa Vivo apaixonado Desde os 15 Agora logrado Pela flor da marquise Flor do poeta Alegrei-a quando lhe disse Pelo sol que conduz Meu coração não aquieta Dama da luz Onde desperta? Me leva contigo Me liberta Ela desperta no sorriso No olhar No abraço que preciso No seu jeito de falar Onde ela desperta? Desperta em mim, no poeta que vai te amar
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