A morte da viajante
No primeiro e segundo dia Seu sangue escorre da palma Da mão — infeliz viajante Do grito que sufoca a alma Eles apenas riram — loucos Vivendo num mundo além Encaram-nos como um algo Esquecem que somos alguém Fim do quinto e sexto dia Seu sangue escorrendo do rosto A vingança de uma viajante Logo terá o seu gosto Eles então dormiam — tranquilos Com o mundo sonhando além Não sabem que ao acordarem "No submundo estarão — Amém." Agora se ergue um machado Corta o fôlego da opressão A viajante então está livre É o fim da nossa oração. * By: Esthellar * (Depois de quase 3 anos, voltei)
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