Era preciso passar por aquele portal
Escalar aquela imensa muralha
Passar pelas sentinelas
E mais um sem número de guardas
Setas sibilando sobre a cabeça
O peso do machado de guerra
E os gritos da batalha
Após calorosa batalha o guerreiro cai
Foi assim quando ela disse: ADEUS!
©2019EnocAzevedoPinheiro
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T20
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São doces notas que viajam do teu coração até o meu
São laços que nos unem por tons e cores variadas
São cheiros, toques, beijos ardentes de pura cumplicidade
São olhares que se cruzam para desnudos se entregarem
São corpos febris que se unem em um ritual prazeroso
São vibrações que nos levam ao êxtase
São momentos juntos, são todos os momentos juntos
Caros amigos,
Hoje não tenho um poema;
o que tenho é um LAMENTO.
Apelo a todos vocês que façam preces às vítimas, familiares, amigos e moradores dessa região mineira atingidos por esse mar de lama.
E se você não professa nenhuma fé, torça para que superemos mais essa tragédia.
É o que tenho pra hoje!
🙏
🤝
👊
🌹
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Dexter, um persa de 2 anos que tenho é
Caseiro, carinhoso, cheiroso, pelagem farta e macia
(o sonho de toda gatinha)
Mas o que me impressiona é o comportamento do bichano
Me segue por toda a casa, para, olha e fixa o olhar querendo atenção
Ja falei que o nome era pra ser Narciso, aquele da mitologia grega
Segue um ritual de carência de atenção que da pena
As vezes penso que é um espião na minha casa e em outras um ser que apenas quer atenção
Faz me lembrar de uma espécie chamada gente
Gatos persas só querem atenção
E pessoas...bom, pessoas eu conto depois
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Grato pelas, até aqui, 2418 curtidas. Agora eu vou dormir...
Restaurei sua foto, antes amarelada
Fiz uma moldura em madeira nobre
Bordas douradas e tons envelhecidos
Mas a sua imagem bem viva na tela
Lembrança, momento que eu registrei
Está no painel da sala em destaque
Do seu sorriso meigo e o olhar terno
Não esqueci, são imagens vivas aqui
Apenas resquícios de um amor juvenil
que descansa na moldura fria de um Porta-Retrato
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Sai de dentro do peito, ecoando ao vento
Na calada da noite
Escuridão deste fatal momento
Gritos como açoite
Sem trazer alento
Tornei-me um carrasco de mim mesmo
Não importa se o meu grito é inaudível
Se estará a esmo
Em algum monte aprazível
Ou ate no sesmo
Apiedar-me de quê?
Serei eu o executor?
Aos que podem ver
Que se tornem tutor
Aos que ouvem os gritos podem as mãos estender
São gritos inaudiveis para uns
Desprezíveis pra outros
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Saudades
Saudades! Sim.. talvez.. e por que não?...
Se o sonho foi tão alto e forte
Que pensara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer! Para quê?... Ah, como é vão!
Que tudo isso, Amor, nos não importe.
Se ele deixou beleza que conforte
Deve-nos ser sagrado como o pão.
Quantas vezes, Amor, já te esqueci,
Para mais doidamente me lembrar
Mais decididamente me lembrar de ti!
E quem dera que fosse sempre assim:
Quanto menos quisesse recordar
Mais saudade andasse presa a mim!
Florbela Espanca, in "Livro de Sóror Saudade"
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Era algo tão forte dentro de mim
que me impulsionou aos teus braços
e lá eu desvaneci. Mas o teu amor era tão forte que eu fiquei preso em teus braços.
O espaço suntuoso reverbera todo o luxo do Castelo de Chambord
Velas nos castiçais bruxuleiam suas imagens fantasmagóricas
A mesa imponente está posta com suas iguarias e a prataria com entalhes de ouro
O Cabernet Sauvignon em sua garrafa tosca
Em volta da mesa reis, rainhas e a princesa Marjorie, cujo nome significa “Peróla”. O glamour e a etiqueta do momento estão distantes do que aquele jovem coração está sentindo naquele momento.
Pierre não está ali e não estará pois está no calabouço dos corações de seus pais. É um plebeu.
Diante dos olhos da princesa Marjorie não ha luxo, não ha glamour e tampouco alegria. Resta-lhe a fuga e a possibilidade de ser feliz. E o faz!
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T6554911
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