MÁSCARAS
Quem vive de máscara um dia esquece de por. Quem somos, quem seremos, pra que estamos vivendo? Que queremos? Não interessa falas sobre amor, o inferno é bem vindo nas destruições. Os anjos fogem das ilusões, por que corremos a traz dela? Musica calma para momentos de ódio, muita calma, pra não ultrapassar, o que realmente queremos fazer. Talvez possa antecipar minhas passagens. Não tenho mais prazer em viver aqui, vamos sofrer longe de mim. Logo cedo um gole de ódio descendo seco. Meus instrumentos, só soam notas de desespero. Não é bom não estar feliz, Antes da minha morte, li um livro que disse, bom são as crises que conseguimos controlar sorrindo infelizes... Na real, não li, livro nenhum sobre isso, é só o que penso, e disse dessa forma, pra que você, prestasse atenção, no que sinto, não o que tenho a oferecer, não tenho nada. Eu não estou mais aqui, se é que me entendi. Use suas técnicas, pode ser teu 6° sentido, ou um D'javu. A 4 dias e 6 horas verão o meu fim do ângulo que vocês desejarem. Eu escrevi isso, só no sentido de +1 frase, Não repita isso com suas feridas... Será que alguém pode me ouvir ainda? Tenho somente as últimas palavras. Vejo a luz... Não permita perda a sua. A morte não é sinônimo de silêncio, por que na minha mente, meu único refúgio perante as desgraças que vivemos. Queria estar cantarolando em alguma praia, fumando a erva da paz, olhando os horizontes, onde a fé, reacende de longe, e meus medos fogem de mim. Mais estou aqui... Dentro de mim, mais alguns passos verá a pior parte que vive aí, não que eu queira, mais sou assim. Será que tudo pode mudar ? Fui contaminado tão cedo, já tentei me curar, mais é como um câncer, ou uma lepra, melhor voltar para o deserto. Aqui entrego o meu nada que é tudo que tenho. Me deixo ir, me permito sentir a dor de ve-la partir. #DomRamos Da série versos que subiram
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