Melô dás 3
Em Cenas de noites Divido em minhas mãos Incertezas e tragos vazios Cenário montando o teor denso, sombrio Incerto jamais sòbrio Sentimentos batem igual os relógios Dentro de gavetas Onde outras mãos Abriram á espreita De alguém com uma luneta de longe te observando Já virei a ampulheta Já guardei o ódio e fiz de areia Já fiquei no pódio Não tem graça É vazio cheio de pessoas falsas Rios de egos Nego passa na balsa Esperando tu ranger os dentes Pra saber que num é falsa E á de cê agir na ideia vazia Não tem certeza do que é seu Fecha a boca e dá uma polida Da outro trago Outra cuspida Desidratado de alma Vendo ela despida Não á impesso A madrugada é ardida Estou cheio de pecados E elas como margaridas De pétalas em pétalas foram todas caídas E Elas morrem O que te nutre é o que te mata O inverno é osso Elas dormem E eu morro Toda vez que não consigo amar nada Eu mato sentimentos já que enxergo só ódio Drogas Bebidas Momentos Fotos Feitos Focos Foram Não sei o que se tornou O relógio continua batendo e você está mentindo igual o Pinóquio contínua devendo sua alma pra algo que poderia tá sendo Vou Me fazer de cego Se errar não nego Amar os pecados e assumir No peito E sabe qual o pior ? Já me matei tem tempo.
Crisalide
Uau! Quanto talento! Parabéns 👏
Dm4ck®
Me sinto honrado! 🤞🏾
Arturo
Bom poema, parabéns!
Dm4ck®
valeu mestre !