Diego Freitas @Diih

Noite Efêmera

Fria madrugada, triste O brilho do luar, no chão O vento a soprar, insiste As folhas a rolar, se vão... A calma da aurora, serena O cheiro do orvalho, advém A matiz da flora sempre, amena No solo o viço então, provém... E por todo canto a vida, aponta Dos mistérios desse mundo, refém Nesse ciclo que jamais desmonta Sob o vasto firmamento, além..

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