Des(amor)
Iludida sempre fui, por sempre ter tido fé no amor, mas o ato de se entregar a alguém é o ato mais doloroso existente.. Se entregar causa dor, e te deixa dormente. Só quem um dia amou e morreu, e que mesmo assim manteve a fé, sabe o caminho que percorreu e o quão difícil foi nadar contra a maré.. E mesmo querendo desistir, o destino se encarregou de nunca me deixar só.. Ele aparece com alguém que me faz rir, e mais uma vez desata o nó. O nó que o desamor e a traição deixaram, e mais uma vez, fui eu tentar.. Mas não me avisaram, que seria mais uma luta a enfrentar.. Dessa vez, não estou sozinha definitivamente, há algo crescendo aqui dentro que me faz ter um pouco de felicidade.. Por mais recorrente, a tristeza nunca mostrará lealdade. Mas o cúpido nunca teve piedade de mim, sou eu a culpada será? mas no fim, ninguém prevê o que no futuro acontecerá. Mas quero deixar claro aqui nessa escrita, que, no momento, é tudo que posso ter, que mesmo apesar do sofrer, eu não deixarei de sonhar com o amor saudável e tranquilo de viver. - Débora.
Gabe
Lindo este poema
Quirino
muito obrigada 😊
Ricardo Ferreira dos Santos.
sensacional o seu poema
Quirino
muito obrigada 😊
kleiton
espetacular ❤️❤️❤️❤️