Tire a máscara da ilusão,
Mostre o teu rostro,
Se é belo ou não?
Deixa-me ver o teu sorriso,
Se é como o sol,
Pela cortina penetrando?
Tire a máscara da ilusão,
Mostre o teu segredo,
Que a tua face esconde!
Se é bela por dentro,
Ou é fria, sombria?
Se você não teme,
Então porque se esconde!
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O amor é a força,
Que move o relógio da vida!
Sem amor,
Não se move a vida!
O amor é cor!
É compasso!
É rima!
É a nossa sina!
Sem amor,
Não se ver
Todo o esplendor da vida!
Autor: Cláudio Lima
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Pegaste do meu coração,
A flor que eu te ofereço!
Tomaste do cálice dos meus lábios,
O necta do desejo!
Pecaste com os meus olhos,
E a tua imagem eu não esqueço!
Me tocaste com paixão,
Causaste um dilúvio de emoção!
Autor: Cláudio Lima
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Longe de ti,
Eu bebo o teu perfume!
Eu choro,
Sem a primavera de teus risos!
O meu coração desmaia pensativo,
Sobre o leito do amor em flora.
És o céu de minha doce aurora!
A minha rosa Espanhola!
O mar de amor onde vagam os meus desejos!
Vem reclinar-te em meu peito,
Com sussurros de amorosos beijos.
Autor: Cláudio Lima
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Te amo! Porque te amo?
Te quero! Porque te quero?
Não me pergunte a definição!
Não me pergunte a razão,
Porque eu escrevi esta canção,
Com tanta emoção
Do fundo do meu coração.
Te amo! Porque te amo?
Te quero! Porque te quero?
Eis a questão!
Do meu amor sem explicação,
Do meu querer fervente, e loucamente,
Por te, mulher da minha doce visão.
Autor: Cláudio Lima
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Apesar da distância!
Apesar do tempo!
Não sei o que dizer!
Não sei o que tenho!
Não sei se me resgato do passado?
Não se me lanço por futuro?
Não sei se me edifico no esquecimento?
Não sei se me desmorono na lembrança?
Apesar do momento!
Apesar do silêncio!
Não sei se fico?
Não sei se sumo?
Não sei se vivo só pra mim?
Não sei se me entrego, e me assumo?
Não sei se a silaba pode ser dita?
Não sei se a palavra nós, pode ser composta?
Apesar da conquista!
Apesar da falha!
Não sei o que era?
Só sei o que fomos!
Autor: Cláudio Lima
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Não abandone os meus sonhos,
Minha bela musa graciosa!
Mesmo que as estrelas digam,
Que já chegou a hora.
O sol vai te levar embora,
Entre lírios, e pétalas de rosas!
Irão dissolver os meus sonhos,
Ao levantar da aurora.
Não partas bela da noite!
Não torne os meus sonhos defuntos!
Não há de envolvê-la os arcanjos azuis.
Pondo os olhos, como pomos, ao vê-la,
Fulgente, e fria, no horizonte que te conduzias!
Há de chorar por ela, a imagem que te sorrias.
Autor: Cláudio Lima
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Com pedras, e flores,
Nuvens cinza, trovoadas,
Campo verde, perfumado!
Minha amada! Meu amado!
Até quando vamos viver,
Entre mares, e terras,
Dias, e noites!
Até quando? Sem saber o porque?
Vamos nós receber,
Com pedras, e flores!
Autor: Cláudio Lima
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Através dos teus olhos,
Eu vi o mais belo horizonte,
E na pureza desse instante,
Eu me torno em um gigante,
Por entre as nuvens que se expandem,
Eu me perco por completo, e não me espanto,
Por deslizar na face de um anjo,
Que me hipnotiza tanto,
Ao refletir para mim,
O mais belo horizonte.
Autor: Cláudio Lima
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Reencontrada,
Como te amarei?
O que farei da antiga mágoa,
Quando não pude te dizer por que chorei?
Como ocultar a sombra em mim suspensa?
Atenda ao meu apelo, e a minha pena,
E que quisera nunca mais perdida.
De tanto te espera,
O que eu te direi?
Que beijo teu de lágrima eu terei?
Com essa angústia de te amar,
E de saudade me alimentar!
Imagem tua que eu compus serena,
Pelo martírio da memória imensa,
Que a distância criou fria de vida!
Quando chegaste,
E eu te vi chorando!
Falando coisas de amor,
Para esquecer o que eu vivi lembrando!
De uma vida que cala, e que consente!
Um trágico amor de criatura,
Entre os negros abismos da lua.
Eu esqueço de quem eu sou!
Para mim sentir teu!
Para te querer sempre mais, e mais!
Eu esqueço que partiste naquela longa tarde!
Autor: Cláudio Lima
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