C茅u de roma
Por vil cond茫o, levou-me o vento a Roma, por entre fastos onde o sonho flui, e o c谩lido viver a dois se soma, meu terno amor de 贸peras delirantes. Vibram violinos numa noite eterna, enquanto o ef锚mero universo desaba, e em nossa entrega a pr贸pria luz governa. 脡s o meu drama, o meu cen谩rio final, a melodia que jamais se acaba. Cerram-se as grandes telas do infinito, mas o aplauso ainda ecoa no escuro, perene e audaz, num pacto t茫o bendito. Resta este amor sob o c茅u de Roma, nosso ref煤gio que se faz seguro.
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