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Carla de Sá

@CarlaB · desde 2020

Escrevo sobre amor e dor, e talvez não há mais nada além disso que eu possa sentir em meus constantes dias.

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Poesia

Por te amar

Te amo na inquietude Nos prazeres momentâneo Na ida e vinda da dor Nos sorrisos passageiros Na esperança demorada Te amo no correr do dia No prazer da noite Nos problemas mal resolvido E na curva perigosa do seu sorriso Te amo no percorrer do teu corpo No desejo presente no teu olhar Na voz que sussurra baixinho E nos teus braços em volta ao meu Te amo na alegria e na dor Nas lágrimas que escorre dos teus Tristes olhos E da tua mera risada que alegra o meu mundo Te amo por tua companhia Que preenche o vazio do meu coração E de cada cômodo da casa Te amo não só por amar Mas amo por tudo que há No teu corpo e na tua alma Te amo por me fazer sonhar E mais ainda por me realizar Simplesmente nasci pra te amar.

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Poema

Teu adeus

Enquanto você arrumava sua malas para ir embora Meu coração permanecia aqui Paralisado com a cruel bagunça Que o teu adeus causou.

Poema

Até breve

Nos encontraremos O destino me contou esses dias Sentirei teu abraço como nunca Irei amar-te como sempre Nos encontraremos Passeando pelas nuvens e apreciando as estrelas Dizendo Olá, e não adeus Sorrindo, e não chorando Amando, e não sofrendo Nos encontraremos Bem próximo a lua e vendo a chuva de perto No destino sem dor, no caminho sereno Segurando sua mão fortemente Para que nunca mais fique sem mim Enxugarei tua lágrimas com meus beijos E te contarei minhas histórias Mas, lembre-se sempre Hoje sou ausência e dor Mas logo serei de novo o teu amor No céu da vida No mundo só nosso No futuro talvez próximo. Não anseie pelo reencontro Apenas viva A saudade te contará Todas as noites, que eu a vejo E com a voz suave Até que teu coração possa sentir Te falarei baixinho "Até breve".

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Amor

Aquele nosso amor

Nossos corpos decidiram seguir caminhos diferentes, mas nossos corações Permaneceram ali, na mesma estrada.

Grandeza

Eu não sei amar pequeno E talvez essa seja a minha maior grandeza .

Finitude

Busquei prazer em outro corpo Me perdi em delírios momentâneos Beijei bocas e cruzei olhares Mas nenhuma era você Nenhuma pele parecia a tua Ao passear por cada partícula De corpos nus, ainda assim Não encontrei saída Naquela finitude Em busca por perfeição Eu apenas encontrei nudez Cheiros místicos Olhares não fixos Caminhei por labirintos Onde nunca sequer encontraria Almas assim como a tua Amor assim como o teu Me enganei ao pensar Que eu poderia esquecer O maior prazer que tu Já causou em mim Perdoa-me por duvidar.

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Falta você

Perdi a inspiração quando te perdi Faltaram palavras para expressar A dor corrente como água de um rio E ao lembrar que você dizia que o amor era um misto de sentimentos De querer bem e mal E olha eu aqui torcendo para que Você volte em meio as suas lágrimas De decepção, será que isso é o mesmo que amar?...

A senhora saudade

Eu sinto sua falta em tudo que faço é como se por um milésimo de segundo Não existisse mais vida se não há mais você Eu colhi até o que não plantei desde que você se foi para aquela viagem nas nuvens tão distante de mim. Ali por mero acaso, por constante tristeza Eu o vi partir, e foi onde perdi o meu sorriso E a minha paz, sem malas ou abraços de despedida você apenas se foi. E aqui deixou a saudade que me ataca Que entra sem bater, saudade essa que fica sem permissão, essa senhora saudade que às vezes é má com meu coração, mas por alguns momentos na sua mais bela bondade ela me faz lembrar, que se ela existe é porque em mim ainda existe o amor.

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Para minha amada

Dizem que sou antiquado por escrever sobre amor em uma folha de papel Sou um poeta antigo Que foge de tecnologias E que ama livros E o amor é o que me mantém vivo E em cada verso eu descrevo O sabor que tem a doçura do teu beijo Amargurado e às vezes intelecto Apaixonado e possivelmente disperso Mas as frases ditas nesse texto sem nexo Nem sequer explica o que sinto quando estais perto, e ao ler cada rima que aqui expresso Com minhas letras legíveis e cheia de versos Indiscreto, eu confesso o meu amor E a poesia que acontece em mim a cada vez que te escrevo e a ti me entrego.

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Sobre o amor

Nunca entendi sobre o amor Se era terremoto, calmaria Canção ou poesia Se chegava sozinho ou com visitas O que ele causara o que ele fazia. Nunca o vi de perto Ou nem de longe Nunca soube se era bijouteria Ou diamante Sempre quis saber onde ele morava, Dentro de nós? Ou nas ruas, ou praças Nunca entendi o que ele falava Quando nas canções ele estava E pelas poesias passeava Será que ele era apenas uma palavra Ou um sentimento que ninguém explicava? Não sei com quem o amor se encontrava Minha única certeza é que em todo lugar ele estava, mas eu tinha lá minhas dúvidas e metáforas, se o coração era realmente sua morada.

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