vestida de flor, chorou.
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"Cavernoso crânio onde disparos ele dá o rapazinho arteiro ao estalar dos dedos. O passarinho ouve as preces, e, então, são deixadas rezas no campo o qual a garota se revela ao sorriso do estrangeiro. Provocações e palavras mudas e, o silêncio gargalhadas deita no abocanhar das horas mais festivas, e a qualquer hora ela declarará sua duvidosa paixão.".
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Ricardo Vitti
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penetras da cidade.
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"Nas maledicências das ruas tropeços dei ao revelar meu olhar à flor. Ralei o joelho e sangrava muito nas paródias daqueles que me cercavam aflitos vendo meu dia desmoronar. Palavras toscas por alguns eram atiradas feito pedras, e em um arrebatar de maus-tratos fui pego neste ato perito, porém, e posso dizer, no entanto, sem um segundo discurso dito.".
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Ricardo Vitti
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memória traiçoeira.
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"Idolatria é pólvora para os olhos que buscam enxergar além do horizonte. Homem das trevas sedento por amor, mas sua residência é um abrigo para a eternidade. Ris e choras e se esmurrou a face com um grito. Já viu o borboletear da aurora que como sobe o pensamento também desce uma lágrima. Malditas horas que o prenderam no abismo.".
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Ricardo Vitti
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braços em cruzamento.
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"Sufocado em seu pranto chacoalhado de agarrotes, e, a porta roubou sua liberdade de chaves para fora; ninguém pode perceber ou quis, mesmo que ele queira escrever só mais tarde uma estrofe sobre sua vida de porre sentimental. Foi se formar detrás da tumba uma plantinha! Coubesse aos pés dela caminhar, então, deitou-se a chuva que vertia dos seus olhos; de quem se encontrou sozinho no pó.".
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Ricardo Vitti
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audácia fervorosa.
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"Pobreza que explora o espelho e as marcas são visíveis, previstas e aos desavisados imprevistos. A restauração dos móveis, e, já estourou o discernimento e o alento. Amada querida, cria dos meus olhos é ali que observei os teus que me seguiam naquela estrada friamente escrita. Então pousei minha poesia em tua canção; minha menina.".
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Ricardo Vitti
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disposto descontrole.
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"O sertão dos meus olhos já carregou um passado encharcado. Teus lábios profetizaram minha queda, mas há quem diga; era algo visível. Então o medo desmantelou o largo sorriso e chorei, e ri só por rir. Mataram os sonhos e, desvendamos um pesadelo em cada esquina. Chamou um canto festivo? Deitei-me ao chão e deixei o pó me levar por tamanho desatino.".
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Ricardo Vitti
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pontual sensação.
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"Portal das ruas tortas e o calçamento é uma prova de quem realmente se destaca nos obstáculos. Comboio de histórias e suas digitais no portão. Intensamente! Sossegado no quarto procurando respostas, e nada se encontra nessa cidade de tijolos apedrejados. É da janela se vê a riqueza, a mínima dentre tanta pobreza.".
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Ricardo Vitti
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fio de conversa.
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"Debruço o penar dessa minha dor em seus longos cabelos. Fios, novelos e paixão e desespero, mesclar-se-á ao vestido escuro das campinas, me rotulas. Sou os penhascos e firo, refiro e nada é falado para o além, a não ser amada. Cravo os dedos nos cravos e o roseiral cospe dos espinhos, e contrato uma fala perdida.".
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Ricardo Vitti
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giz e poeira.
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"O vulto dependente de sofrimento, e a porta. Sim, ela gruda os tentáculos nesta minha vidinha. Traz o desvencilhar dos meus membros essa vizinhança corrupta. Terreno baldio, sóbria é a solidão que te reveste, e soltam risadas feito um moleque sem guizo. O meu mendigar é companheiro da estrada que visita a encruzilhada.".
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Ricardo Vitti
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fazedor de intrigas.
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"Desmiolado sem curso ou rumo. Rumores infeccionados em frações de segundo e o giramundo floresce na tumba ancestral, globo ocular e sua visão de raios-X. Pobre alma de dores e labores, riqueza é ver seus olhos lacrimejar no pranto. O ímpio lhe persegue, mas a frustração já é só por aperitivo, e, o passado passou. Simplesmente triste! Algo penoso.".
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Ricardo Vitti
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