262
Eu fui. Cheguei ao último lugar Eu lutei para chegar Ao último lugar Ao nosso recanto de sossego De realidade Ou será de olho coberto por escama Vida, morte, sorte Quem chama? 262 O implacável 262 Ali a morte se fez Vezes depois Nas lutas pra calar Na dança para aquietar Houve coragem de levantar Luto de roupa preta Luto de roupa rosa Luto de roupa azul Frio luto e nem é Sul Agora são números sagrados Antes eram datas Cheias de certezas Só pra eternizar Então eu ouvi em 4, 7, 262 O "Não..." Era O Silêncio a nos chamar.
Nilza Poetisa
Você escreve muito bem Blanca. Sei que deve ter algo em especial o 262. Fiquei curiosa
Blanca
Tem sim, Nilza. Muito obrigada pelo elogio. Tem o mais importante momento da minha vida. Como conversamos em particular? Obrigada, você é gentil e atenta.
Nilza Poetisa
Meu Instagram é @Nilza Poetisa ou Nilsa Coimbra Fada dos Versos