Déja vu
Se fosse para te perder, te perderia em mim mesmo, para sempre te encontrar. Se tivesse que abrir mão do nosso amor, abriria, para que novamente, como semente, ele caísse no solo fértil do nosso coração. Se pudesse voltar no tempo, voltaria, no exato momento do nosso primeiro encontro, só para reviver novamente as delícias de cada um dos teus beijos, num déjà vu infindável a cada troca de olhares, onde nossas carícias desenhariam poesias eternas nas páginas febris da nossa pele. Emerson Balbueno
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