Chorar o teu nome
Me fez bem,
Ver-te ir além,
Onde em mim
Nada seria.
Porque de amor
Não bastasse,
Tudo ser e ia, também
Comigo, o paraíso
Prometido, tu veria,
Nós: em nós estaria.
As rosas do campo,
Mais agreste; esperança
De onde o amor ausente
Se faz, renasceria
Porque ali foi
Vivificado e irrigado.
Das minhas lágrimas,
Seu amor perdido.
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Eu sou meu próprio vale
Da escuridão, no remoto
Espaço da perdição,
Vezes perdido pelo que
Se encontra esquecido.
Por aí, altivolante,
Mente quebrada,
Ensimesmado
Onde tão só (mente)
Estive sem retorno.
Apenas pelo que há à
Frente. Do amor, da luz,
Alguma vã esperança
Da vida acontecer
Em minhas mãos.
Do irresoluto caminho,
Tratá-lo-ei de cumpri-lo,
Pois ele me será para
O bem ou para o mau,
Algo que não o nada.
O nada...
O nada....
Nada.
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A nostalgia é uma forma de gratidão indiferente.
Memorável é toda a vida.
Amar-te foi um
Erro de incontáveis
Anos de sofrimento.
Angústia, por não
Tê-la comigo.
Esquecer-te,
É sobrevivência.
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Urge em seu coração, amor;
Eu vejo, eu sinto.
Para mim, seria um bem
Não ter sabido que
Você existia.
Para não sofrer assim,
Sem tê-la ao meu lado.
Para o bem eu esqueço,
Para o mal também esqueço,
E tudo continua o mesmo.
Bom dia memória
Que tenho de ti,
Hoje jurei esquecê-la,
Embora já tenha
Amanhecido contigo
Em mente.
Não a terei mais
Amanhã, não mais
Em mente, não mais
Entre as batidas do
Meu coração, não
Mais em meus sonhos,
Não mais entre as
Minhas esperanças.
Que, e, talvez nunca
Mais a reencontre,
Quero que saiba que
Quando a amei, a amei
De verdade; esquecê-la,
É somente um sim para
Que ambos sigam em frente.
Para que se houver um
Outro dia ao seu lado,
Que seja o presente.
Um e o agora qual olhar
De vida possa um
Dia vive-lo novamente.
E ser essa vida,
Contigo,
Para sempre.
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Havia uma tristeza
Com luz em seus
Olhos de amor;
Conjuntura da mais
Vazia paixão.
Eu te faltei como
Quem presente
Você se fez ausente;
Foi-se como também
Fui deambular.
A esquecer o que
Realmente importava.
Tu com outro, eu
Comigo mesmo.
E a escuridão do
Porvir, é saber que
Tu nunca amou
Outro como me
Amou no instante
Que me perdeu.
Você ficou apenas
Com o meu nome,
E eu comigo mesmo,
A deambular para o
Escuro sem o destino
Do seu nome.
Perdido,
Perdido
Em mim
Mesmo.
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Não vejo em seus
Olhos aquele olhar,
Qual reconhecido
Amor era, não é
Mais reconhecível.
[Amor.
Onde está?
O brilho dos
Seus olhos?
O sentimento
Em seu olhar?
[Amor.
Apenas uma incógnita
Escuridão de ausência,
Falta, de quem não está
Contigo, como quer,
Como deseja.
[Amor.
Tardio, não obstante
Um dia, quiçá, retornará
E o brilho dos seus
olhos, poderei eu
Vê-lo novamente.
[Amor.
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