"Essa ponta que me invade,
só pode ser saudade!
Não tem como evitar,
e nem evito em te avisar.
Seguro o máximo que posso,
mas é forte esse negócio.
Pouco sem teu vislumbre,
essa coisa me assume!
As rimas explodem em meu peito,
e eu lhe escrevo satisfeito.
Espero que você me entenda
neste humilde poema!"
Continuar lendo
Ainda que errado
Neste regime fechado
Andando lado a lado,
Consegui ser enganado!
O que falei em intimidade
Sentimentos de verdade,
Usou sem piedade,
E conquistou outra metade
Atordoado me esvaí,
Sosinho e sem sorrir.
Sem ter raiva e nehum jeito
estocado bem no peito.
Dupla faca sem lealdade
O que fiz foi ter saudade.
E os dias preto e branco,
Sem vontade me levando.
De perdão fui carregando,
Quando vi Se martelando.
Te entreguei e tu sorriu,
Grande alivio niguem viu.
Aproveitei desse momento
Fui de carona em contra-vento.
em alto vôo carregado
Vi alguem do outro lado,
Ja saquei da sua adaga,
Que empalada ainda estava.
Medo de ser enganado...
-argh!
Novamente esfaqueado!
Continuar lendo
Num canto brilhante numa incrivel mesa,
Confunde os sentidos, me deixa claro a certesa.
Suave ao toque uma pele de vidro
Tinha seda em volta
como um sexy vestido.
Que garrafa bonita!
Aproveitei o momento
Sem perda de tempo
Quis provar a bebida.
A peguei com respeito
Admirei seu valor
Se a garrafa já atrai
Imagine o sabor.
De teor perigoso
O alcool exalava
Um cheiro gostoso
De rosa molhada.
Gosto era forte
Como flor e veneno
Sem negar fogo
Desceu contorcendo.
E essa é a causa daquele calor
quando sai de la foi em alto torpor.
Não no mau sentido
Mas leve, solto e vivo.
E a bela garrafa
Que Peguei escondido
Em extrema trapaça
A levei comigo.
Agora em fuga
Sem medo da chuva
molhei os meus pes
Sem peso ou culpa.
Hoje eu á tenho por um breve momento
Só eu e a garrafa na noite adentro.
Manhã nublada, seda embolada
garrafa sem nada
Dou uma ultima olhada
e caio na estrada.
Se a sorte me escolhe
E eu vêr voce dando mole
Nem que a chuva me molhe
Eu te roubo outro gole ...
Continuar lendo
Aquele te amo
fugiu da prisão,
Que eu Tinha feito pra ele
em outra ocasião.
Ele Estava atrasado
e nao tinha mais tempo
Ou mesmo adiantado
com esperança que tenho.
Qualquer resultado
ele sempre foi seu
Só estava trancando
por caprichos meu.
Aproveitou meu descuido
com as calças na mão
Talvez foi o grau etílico
ou o bendito tesão.
Espero que ele não tenha te baguncado
Como quando estava aqui preso
Não me deixava parado,
Só saudade e desejo.
Este é mais um, maquiado de texto,
cancão e segredo
Tenho outros guardados
pra tirar teu sossego
A vida passando, o tempo acabando...
Eu adiando esse fim
E não há habeascorpus que te arranque de mim!
Continuar lendo
Como é estranho! Tente perceber
Passar por essa vida sem saber o porquê
Se matar aos poucos, só para se entreter
Sentir essa falta toda, sem saber do quê.
Sistematicamente cíclico,
Em loop
Autômato assistido
Mero espectador, é o meu status quo
Conformado por não ser o único
Ainda assim me sinto só
Tem a fé e tem o amor
E tem os sonhos e tem a dor
E tem você e tem a vida
Tantas coisas
E não se explica.
Por experiência aprendi
Que vim pra cá, senão servir
Criar uma orbita e aproveitar,
Quem nela ficar preso, eu ir mudar.
Nos detalhes se encontra as chaves
Pra nossa marca se espalhar
Onde planto uma semente
Corre o risco de vingar.
Continuar lendo
Se quiser meu ombro
Um abraço, um abrigo
para poder chorar
Se quiser meu ombro
Um porto, um descanso
Pro seu calcanhar
Se tiver triste, desanimada
Perdida, stressada
Precisando desabafar
Com pernas bambas e estremecidas
Já sem forças pra poder levantar
Se quiser meu ombro
Eu te prometo
Vou encontrar meu jeito
Vou sugar no teu peito
Vou te aliviar
Se quiser meu ombro
Quero ver se consigo
Te arrancar supiros
Entrecortados em sorrisos
Meu papel divertido
De um ombro amigo.
Se quiser meu ombro!
Continuar lendo
Quando tu some
A ancia consome.
Transforma o desejo
Em saudade ou medo.
A saudade é sem jeito
Nunca sai do meu peito.
No caso do medo,
Vou te dizer
É sobre o segredo,
Te entediar ou se esquecer.
Mas se você vem
E traz saudade também,
Ai que eu vejo
Quanto eu fico bem
Transforma meu dia,
Medo novamente em desejo
E saudade em alegria.
Continuar lendo
No braço de um violão
Te liberto em canção.
canto baixo e em segredo
Não te ouvir, é o meu medo.
Como em escala musical
Vai do grave ao agudo
Meu querer já é natural
Não te ter é absurdo.
Poesias ou soneto
Alma na ponta do dedo
E que voce e esse seu jeito
Ressoam fundo e alto no meu peito.
Continuar lendo
Sob a luz de neon da sua cama
Meu desejo posto em chama
O medo é o que me dispersa
Nesta noite, estou sem pressa.
Luz fraca no seu rosto,
Mostro o quanto estou disposto.
Depois disto é tudo flash
Eu lembro o quanto tu se mexe.
E um final apropriado,
Com Dois corpos extasiados.
Essa noite me pertence
Guardo em mim, como um presente.
As lembranças que exponho,
Me parecem como um sonho.
Lento
Passa o tempo,
Os detalhes se perdendo
Mas presente em sentimento.
Continuar lendo
Mas se eu soltar sua mão
Vamos alterar a rotação.
E com tamanha atração
Já pareamos direção.
-Risco,
de uma nova colisão.