"Xícara de Café. "
Tomo eu duas, três xícaras de café,
fico em silêncio, observo o tempo,
Será que o tempo se vê?
Não sei, Mas, sinto o vento.
Para mim um café é alívio,
uma xícara de café me leva a refletir,
Elevo alto meus sonhos,
E volto novamente a sorrir.
(Alexandre Michaydher)
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"Meu Cordel."
Meu cordel bem arrumado,
Com minhas rimas em fileira.
São poemas musicados, belos,
Importantes, não besteiras.
Meu cordel, meu pé de manjericão,
Entoando e cantando, que paixão!
Misturo minhas figuras de linguagem
mandando embora a solidão.
(Alexandre Michaydher)
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"Pseudônimo. "
Escondo-me, oculto estou,
como uma secreta flor.
Como tal nome, quieto,
Sem deixar rastro, rancor.
Não direi meu nome,
Continuarei com o pseudônimo,
Com meu amor anônimo,
Prefiro ser discreto, esse é meu plano.
(Alexandre Michaydher)
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"Os Teus Olhos Famintos."
"Os Teus Olhos Famintos."
Os teus olhos famintos,
famintos, estranhos,
Demonstram teus instintos,
Teus anseios, teus ânimos.
Refletindo assim fico
quando me olha atentamente,
Aí, imagino e vou além,
Pensando em ti constantemente!♥️
(Alexandre Michaydher)
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"Constantes Reflexões."
Eis que meus meditos são constantes,
Porém, pacientemente oro.
Não me desespero com a dificuldade,
Ao meu Deus apenas choro.
Tudo voltará ao seu lugar,
Onde realmente deve está.
Outrora, tudo era uma mera ilusão,
Não jamais existirá.
( Alexandre Michaydher)
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"Perfeccionismo."
Não somente tenho defeitos,
Acredite! Meu coração é bom.
Por mais que tão sério eu demonstre ser,
Mas, também sou sereno, em falar, meu tom.
Devo me libertar deste então perfeccionismo,
O qual é doentio, sombrio, cauteloso.
Quero ter minha mente livre, liberta
deste transtorno, deste além não real, arduoso.
(Alexandre Michaydher)
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"Emocional."
Conota-me beija-flor!
Leva para bem longe esta dor,
Penso até na poesia que escrevo,
Não, não me é um peso.
Levanta-me a estima,
Através das minhas rimas.
Preciso cuidar do meu emocional,
Que é algo belo, natural.
(Alexandre Michaydher)
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"Reflitos, Conflitos."
Estou aqui, nesta tarde ociosa,
Nem mesmo me lembro às vezes o porquê,
O porquê me martirizo, choro, e a Deus, plenamente imploro.
Tantos reflitos, tantas situações,
Quero aliviar este fardo que me pesa,
Os conflitos internos que me agonizam, peço a arara que avisto no céu:
- Arara, leva!
(Alexandre Michaydher)
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"Majestosamente."
Majestosamente canto, respiro,
Sorrio ao vento, com o vento,
Ouço um tiro....
Às vezes quero mudar o que não posso,
Preciso me adequar ao que posso,
Observo atentamente o canto do Carcará, no entanto para trás volto, novamente viro.
(Alexandre Michaydher)
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"Eterno Pensamento."
Eis que sobre minha própria sobriedade,
limpa, serena, passageira,
E fico aos meditos constantes tentando me encontrar.
É quando me vejo no ócio, como uma paixão ligeira.
Que esta volta amarga, frustrante preocupação,
me deixe e assim se vá.
Este eterno pensamento
que eu mesmo não paro de pensar.
(Alexandre Michaydher)
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