Quando não mais
Quando não mais me acordar ao breu, e não mais me vier o crepúsculo E logo após, não me vier o cheiro matinal do café, não mais serei. E depois o arder do sol ao meio dia, e o relance da chuva ao sol, não mais me vier, não mais. E quando não mais falar aos gritos aos domingos, em pesca, amigos, e ao amor... finda-se. E ao findar a tarde, a voz dos meus lábios não ecoar este poema entre as ruas, nas calçadas, não mais. E logo o mais, cai a noite e o meu silêncio, e o outro dia, e não mais, eu.
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