Os Quatro Tipos de Amores (e o que sobrou de mim)
Os Quatro Tipos de Amores (e o que sobrou de mim) O primeiro amor é aquele que era para fazer parte da nossa vida, mas, no meu caso, não fez. O amor que protege, cuida, zela e aquece. O segundo amor é aquele que nós escolhemos através das nossas experiências, aquele que encontramos pelo caminho: Um café, o pôr do sol, a natureza, uma roupa e uma música. O terceiro amor é aquele que idealizamos entre homem e mulher. Aquele amor que desejamos para a vida toda. O quarto... é o amor-próprio. Aquele que eu descobri depois de todas as dores e alegrias. O amor de se colocar em primeiro lugar. Aquele no qual eu trago o segundo amor para se fazer mais rotineiro e intenso. O amor-próprio pelo qual descobri quem realmente sou. Aquele de se olhar no espelho e gostar do que vê. O amor pela solitude e pela seletividade da vida. Um amor que se construiu em cima de dores e alegrias, que se reinventou através de abandonos e rejeições. Aquele que me ressignificou — pois quando na minha infância era para ter existido, para ter criado a minha identidade, não aconteceu. Eu sei que foi bem aleatória a forma como ele se construiu. Mas assim ele se fez. No fim, o amor chega e nos abraça com carinho.
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